Há um mês na Secretaria de Planejamento e Gestão do Governo do Ceará, Maia Júnior deu-se um desafio: elaborar o "novo dever de casa" para a administração do Estado, que deve atrair "as melhores cabeças" e centrar foco na tecnologia e no conhecimento. Há um conjunto de desafios pela frente, o maior dos quais é o déficit de sua previdência que neste 2017 alcançará R$ 1,8 bilhão e, em 2018, se nada for feito, R$ 2,3 bi. Chovia sobre Fortaleza na manhã de sábado passado, quando Maia Júnior disse a empresários que ele e sua equipe desenham novo modelo econômico e social de gestão para o governo. Nesse modelo, a academia, de costas para o mercado hoje, terá de readequar sua pesquisa à necessidade crescente da agropecuária e indústria. "O Ceará quer nova mudança", ele diz.
Fonte: Diário do Nordeste - Coluna Egídio Serpa