No dia 21 de junho - há dois meses e meio - o navio Bulk Sweden, carregado de carvão mineral - chegou ao Porto do Pecém onde ainda se encontra ancorado na área de fundeio esperando uma vaga para atracar no píer nº 1. Desde o dia 26 de junho, o Atrotos Heracles, com 75 mil toneladas de carvão - está fundeado lá, da mesma maneira que o Jag Arnav, também com outras 75 mil toneladas de carvão. Há 12 navios na área de fundeio atracação. A Cearáportos não tem culpa, assegura fonte da empresa que administra o Porto. A operação da usina siderúrgica causou mesmo congestionamento na área de fundeio. Para reduzir o problema, navios com carvão também usam o TMUT. Funciona 24 horas a correia de minério; a de carvão tem problemas que deverão ser logo sanados.
Avicultura
Avicultores cearenses - cuja atividade dá emprego a milhares de pessoas na Grande Fortaleza e em outros municípios - estão importando da Argentina 180 mil toneladas de milho. Garantem o preço menor e o alimento para o seu plantel.
Pecém: Camilo esclarece
Nota da Cearáportos a esta coluna assegura que operam normalmente as correias transportadoras do Porto do Pecém - a de minério e a de carvão. Elas “movimentaram, em 24 horas, 16 mil toneladas”. O governador Camilo Santana revelou a este colunista que a esteira que transporta minério opera perfeitamente, porém admitiu que a de carvão, por falta de manutenção por parte da empresa responsável pela tarefa, tem problema. Mas uma nova empresa - da qual fará parte a própria Cearaportos, a ser criada para isso - resolverá. Um operador portuário diz: as correias “têm problemas”.
Livre mercado
Na Brazil Wind Power, maior evento do setor de energia eólica da América Latina, que se encerra hoje no Rio, foi lançada a tecnologia Ductal para a construção de torres eólicas em concreto cujo peso se reduzirá em 50%. A tecnologia combina matriz mineral de ultra alta performance com fibras metálicas ou poliméricas, reduzindo o peso e aumentando a resistência à compressão dos elementos de concreto pré-moldado das torres. Custos de construção e manutenção serão também reduzidos.
Fonte: Diário do Nordeste - Coluna: Edgídio Serpa